No calar da tarde

No meu olhar
Trago apenas os meu sonhos
Demasiado barulhentos
Para poder aprerciar o teu silencio
Na boca apenas a saudade
A cor do teu olhar

No fim apenas o sabor que perdi
A ilusão que me tornei
A realidade que nunca fui
A amargura presa na tua boca
E que tao doce dança ainda assim
Nas tuas palavras